26 de janeiro de 2013

Melhores PME distinguidas com o Estatuto PME Excelência 2012


O IAPMEI atribuiu o estatuto PME Excelência 2012 a 1239 pequenas e médias empresas, que apresentaram os melhores desempenhos económico-financeiros e de gestão no exercício de 2011, numa cerimónia realizada no dia 9 de janeiro, em Braga, com a presença do Ministro da Economia e do Emprego e do Secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação.



São empresas que apresentam rácios de solidez financeira e de rendibilidade acima da média nacional, que têm sabido manter altos padrões competitivos num contexto particularmente exigente e que estão a conseguir ultrapassar a crise com crescimento, consolidação de resultados, e contributos ativos na criação de riqueza e de emprego das regiões onde se inserem.

O Estatuto PME Excelência foi criado pelo IAPMEI (Agência para a Competitividade e Inovação) com o objectivo de sinalizar, através de um instrumento de reputação, o mérito de pequenas e médias empresas com perfis de desempenho superiores, e conta com a parceria do Turismo de Portugal, I.P. e dos principais bancos a operar no mercado, designadamente o Banco Espírito Santo, e BES dos Açores, o Banco BPI, o Barclays, a Caixa Geral de Depósitos, o Crédito Agrícola, o Millennium bcp, o Montepio e o Santander Totta.

Em conjunto, as PME Excelência 2012 geram mais de 45 mil postos de trabalho direto e foram responsáveis por um volume de negócios superior a 6,3 mil milhões de euros em 2011, que representou um crescimento médio de 5%, face ao exercício anterior.

Com um ativo líquido global de 4,7 mil milhões de euros, as PME Excelência 2012 apresentam uma autonomia financeira média de 52% e níveis de rendibilidade dos capitais próprios, do ativo, e das vendas superiores à média nacional.

O seu contributo para as exportações foi de 1,6 mil milhões de euros em 2011, valor que representou um crescimento de 21% relativamente ao ano anterior.

São empresas que tiveram um crescimento de 24,6% nos seus resultados líquidos e que viram aumentar o seu ativo em 8%.

Em termos setoriais, a Indústria, com 440 empresas (36%), e o Comércio, com 362 empresas (29%), são as atividades mais representadas no grupo das PME Excelência 2012, ocupando 65% do universo total de empresas distinguidas.

Os Serviços estão representados com 14% das empresas, o Turismo com 11%, a Construção com 6%, e os Transportes com 4%, no conjunto das PME Excelência.

Em termos de localização, os distritos do Porto e Lisboa, seguidos de Aveiro, Braga e Leiria, com respetivamente 227, 202, 149, 136 e 89 empresas, são os que reúnem a maior concentração das PME Excelência 2012.

O Estatuto PME Excelência insere-se num programa de qualificação de empresas do IAPMEI, que visa conferir notoriedade e otimizar condições de financiamento e de reforço competitivo ao segmento das PME Líder, empresas com perfis de risco superiores, que pelas suas estratégias de crescimento constituem alavancas importantes do desenvolvimento económico do País.

Associadas ao estatuto estão condições de maior facilidade no acesso ao crédito, melhores condições de financiamento e de aquisição de produtos ou serviços, facilitação na relação com a banca e a administração pública, e um certificado de qualidade na sua relação com o mercado.

A seleção das PME Excelência é feita anualmente a partir do universo das PME Líder, criando um instrumento de visibilidade acrescida para o grupo de empresas que em cada ano se destaque pelos melhores resultados.

Câmara de Seia estuda recurso aos tribunais para travar reorganização administrativa


A autarquia está a estudar a possibilidade de impugnar juridicamente a aplicação da lei da reorganização administrativa.

A Câmara de Seia anunciou hoje que está a estudar a possibilidade de impugnar juridicamente a aplicação da lei da reorganização administrativa, que prevê a eliminação de oito das atuais 29 freguesias do concelho.O presidente da autarquia, Carlos Filipe Camelo, disse hoje à agência Lusa que o assunto está a ser analisado após uma reunião realizada na quarta-feira com as juntas de freguesia do município «que foram alvo da união» e um advogado. «Estamos a analisar qual é a melhor forma de interpormos a ação judicial. É natural que até segunda-feira já se possa saber como iremos avançar», disse. Indicou que a Câmara patrocinará a ação de todas as juntas de freguesia do concelho, embora tal decisão não invalide «que as próprias freguesias, individualmente, não possam agir».

O autarca deu o caso da freguesia de Cabeça, que «também já está a intentar» contra a lei da reorganização administrativa do território das freguesias promulgada este mês pelo Presidente da República. A autarquia de Seia lembra, em comunicado hoje emitido, que, de acordo com a lei, serão extintas oito freguesias do concelho que serão agregadas e darão origem às juntas de Seia/São Romão/Lapa dos Dinheiros, Cabeça/Vide, Carragosela/Várzea de Meruge, Sameice/Santa Eulália, São Martinho/Santa Marinha Folhadosa/Torroselo e Lajes/Tourais. «A posição da Câmara Municipal é solidária com a pronúncia da Assembleia Municipal que, em tempo próprio, rejeitou toda e qualquer proposta de agregação de freguesias, defendendo a manutenção do atual mapa administrativo concelhio, constituído por 29 freguesias, em conformidade com a vontade expressa das várias Assembleias de Freguesia, que comungam da rejeição deste diploma», recorda.

A autarquia reafirma que a lei «é injusta, inadequada e não respeita a autonomia do poder local e a vontade das populações», prometendo desencadear «todos os meios legais» para que não seja aplicada. Carlos Filipe Camelo considera que a extinção de freguesias significa uma «regressão no tempo, a ausência de leitura e interpretação de dinâmicas territoriais, o abandono de políticas de proximidade, a diminuição de eficiência e um aumento de custos para as gentes e territórios afetados, sendo a sua aplicação da exclusiva responsabilidade do Governo». Quando questionado sobre o facto de os tribunais administrativos estarem a rejeitar providências cautelares interpostas pelas freguesias para tentarem suspender a proposta de reorganização administrativa, alegando que não podem interferir no processo de produção legislativa, respondeu que a Câmara de Seia também está sujeita a isso. «Os tribunais administrativos têm feito uma análise dos processos, dizendo que serão mais questões políticas que estão na base [dos litígios] e, neste momento, também essas situações estão a ser equacionadas» pela autarquia, concluiu.

22 de janeiro de 2013

Feira do Queijo em Celorico da Beira


8,9 e 10 de fevereiro de 2013

De 8 a 10 de fevereiro, irá decorrer em Celorico da Beira no Mercado Municipal, mais uma edição da Feira do Queijo, Produtos Regionais e Artesanato.
A feira abre portas na Sexta-feira com a tradicional Arruada de bombos.

Como já é tradição, na manhã de dia 8, sexta-feira, realiza-se o Desfile Carnavalesco da Comunidade Educativa do Concelho. 
A tarde vai começar com um espectáculo musical dos Santos da Terra e Sons Lusos. De seguida realiza-se uma degustação de Queijo e a abertura da exposição de fotografia "Rio Mondego:da Nascente à Foz".
No sábado, dia 9, a manhã vai estar repleta de animação quer no Mercado Municipal quer nas ruas. À tarde haverá musica e à noite no Centro Cultural uma Revista à Portuguesa.
No domingo, dia 10, realiza-se logo cedo uma caminhada "Caminhada do Queijo" com direito a degustação de queijos. A manhã é repleta de animação pelas ruas: Ginástica, aulas de zumba, desfile de carnaval e espectáculo de folclore. 




SEXTA-FEIRA, 08/02
Mercado Municipal:
09 00 - 19.00h-Feira de queijo, produtos regionais e artesanato
              Animação infantil: insufláveis, pinturas faciais, modelagem de balões
09.30h – Arruada : Bombos do Baraçal
10.00h -  Animação de Rua : Os Pastores Inventores...do Queijo
10.30h – Recepção às entidades  oficiais e convidados / Actuação da Desertuna – Tuna Académica da UBI
11.00h – Desfile Carnavalesco da Comunidade Educativa do Concelho
12.00h – Espectáculo com DESERTUNA
13.00h -  Almoço convívio
15.00h – Espectáculo musical  SANTOS DA TERRA SONS LUSOS
17.00h – Degustação de Queijo
17.30h – Centro Cultural
                  Abertura da Exposição de Fotografia  : Rio Mondego: da Nascente
                  à Foz

SÁBADO, 09/02
Mercado Municipal:
10.00h - 19.00h-Feira de queijo, produtos regionais e artesanato
               Animação infantil: insufláveis, pinturas faciais, modelagem de balões
10 30h – Animação de rua:
              Angelo Brás
              Marias Malukas, Romeiras de Portugal
14 30h -  Espectáculo musical:
              Os Bazófias
              Concertinas do Fornotelheiro
              Grupo de Cantares Os Salgueirinhos
              Grupo Salário Mínimo
21.30h – Centro Cultural
               Revista à Portuguesa  VIRA O DISCO E TROIKA A MESMA
              Grupo de Teatro Fundo de Cena

DOMINGO, 10/02
08.45h – Caminhada do Queijo , c/ degustação - saída do Mercado Municipal
              Mercado Municipal:
10 00h- 19.00h-Feira de queijo, produtos regionais e artesanato
              Animação infantil e Animação Circense
10.00h – Ginástica c/ Prof.Lígia Correia –
10 45h – Aula de Zumba c/ Ginásio Moove
11.00h –  Animação de rua : Ele e Ela – Acordeonistas
13.30h – Desfile de Carnaval das Freguesias,  pelas ruas da vila.
15.30h – Espectáculo de Folclore

ExpoSerra regressa no primeiro fim de semana de fevereiro


A 3ª edição da ExpoSerra terá lugar entre os dias 1, 2 e 3 de fevereiro, no Pavilhão da ex-Bellino & Bellino em Gouveia.
A ExpoSerra é uma feira setorial que tem como objetivo a promoção de negócios e de produtos tradicionais locais e regionais, contribuindo para a dinamização comercial e industrial de Gouveia e da Serra da Estrela.

Snowboard Urban Festival regressa à Covilhã no sábado




 

Trata-se de uma competição de “snowboard slopestyle”, inscrita no Europeu da modalidade e pontuável para os Jogos Olímpicos de Inverno Sochi’2014 (Rússia).
A Covilhã volta a receber, no próximo sábado, dia 26 de janeiro, o Snowboard Urban Festival. A competição decorreu pela primeira vez no ano passado, no Jardim do Lago, onde foi montada uma pista de neve artificial. O evento contará com a participação de atletas nacionais e europeus, em duas provas. À semelhança do ano passado, os vencedores receberão prémio monetário. Paralelamente, haverá concertos, insufláveis, experimentação de desportos radicais, e ainda o “snowmarket”, uma estrutura climatizada na qual várias empresas mostram os seus produtos. A entrada é livre. O evento é organizado pela Federação de Desportos de Inverno de Portugal, com o apoio do Instituto Português do Desporto e Juventude, da Câmara da Covilhã e da Federação Internacional de Esqui.

Queda de neve leva à suspensão das aulas no concelho da Guarda


Algumas ruas da cidade, sobretudo as mais íngremes, estão cortadas à circulação rodoviária.
As aulas estão hoje suspensas nas escolas do concelho da Guarda, devido à queda de neve, disse à agência Lusa o coordenador do Serviço Municipal de Proteção Civil. Segundo Eduardo Matas, começou a nevar pelas 07:30 e a Proteção Civil, “por prudência”, decidiu cancelar as atividades letivas nas várias escolas do município.


“Por uma questão de prudência e para evitarmos dificuldades no regresso dos alunos a casa, às aldeias vizinhas, decidimos não haver aulas durante o dia de hoje”, disse. Como alguns autocarros já haviam iniciado o transporte de alunos cerca das 06:00, antes de começar a nevar, Eduardo Matas explicou que as transportadoras e os serviços camarários que asseguram os transportes escolares foram contactados para levarem novamente os alunos a casa, “para evitar males maiores”. O coordenador do Serviço Municipal de Proteção Civil da Guarda indicou que, devido à neve, algumas ruas da cidade, sobretudo as mais íngremes, estão cortadas à circulação rodoviária. O responsável apela aos condutores para que circulem apenas com viaturas que disponham de tração total ou equipadas com correntes de neve.


A queda de neve está a afetar a circulação rodoviária noutros pontos do país, como na Estrada Nacional 321, entre Castro Daire e Cinfães, ou entre Bigorne e Resende, no distrito de Viseu, ou na Estrada Nacional 315, no concelho de Torre de Moncorvo (Bragança), na localidade de Sambade.

19 de janeiro de 2013

Luta contra as portagens vai continuar


Comissão de Utentes reitera que fim da cobrança na A23, A24 e A25 é «um imperativo nacional» 


A Comissão de Utentes Contra as Portagens na A25, A23 e A24 prometeu, durante o “Fórum Defender o Interior/Pôr Fim às Portagens”, que decorreu em Viseu no sábado, que vai «continuar a luta contra as portagens, em defesa do interior».

Francisco Almeida, porta-voz da comissão, voltou a defender que o princípio do utilizador/pagador deve ser «firmemente combatido, a não ser que alguém queira aplicá-lo a toda a vida nacional». O representante dos utilizadores da A25, A23 e A24 criticou ainda o fim das isenções para cidadãos e empresas da região, depois da «malfeitoria que foi a introdução das portagens», e recordou que estas autoestradas servem regiões que ficam «muito aquém da média nacional no que respeita ao poder de compra e ao PIB por habitante», além de possuírem «traçados que ficam muito longe do padrão que permite classificá-las de autoestradas».

Durante o Fórum, salientou-se que a construção da A23, A24 e A25 sem custos para o utilizador «veio contribuir substantivamente para quebrar o ciclo de desvitalização económica e social» do interior, permitindo a «localização de novas empresas» e «melhorando a coesão económica e territorial do país». Uma evolução que sofreu um «retrocesso» com a introdução de portagens, «uma má medida de política económica que não serve as finanças públicas e penaliza o interior, as populações e as empresas», sustenta o documento final deste fórum. Por outro lado, «os fluxos de trânsito diminuíram cerca de 40 por cento, acentuando o desgaste das estradas nacionais e municipais, aumentando o tempo de deslocação, piorando as condições de atividade das empresas e comprometendo a segurança rodoviária».

Nesse sentido, os participantes no debate consideram que o fim imediato da cobrança de portagens nestas autoestradas é «um imperativo nacional». O fórum terminou com um apelo à convergência com outras comissões de utentes para contestar as portagens.


A23 é a segunda autoestrada que perde mais tráfego


O número de automóveis que circulam nas autoestradas portuguesas caiu drasticamente no terceiro trimestre de 2012, face ao mesmo período do ano anterior. No total, houve menos 245 mil veículos a utilizar estas vias, comparativamente ao número observado em período homólogo de 2011, o que se traduz numa quebra de 15,7 por cento.

Nas ex-SCUT, a redução é ainda maior, cifrando-se nos 50 por cento, muito por culpa da introdução de portagens. Entre estas, destaca-se a autoestrada da Beira Interior (A23), que entre julho e setembro foi utilizada por 1.276.932 veículos, menos 42,5 por cento que nos mesmos meses de 2011, uma variação só ultrapassada pela A22 (Via do Infante), com 45,3 por cento. Na A23, o troço Benespera-Guarda foi o que mais tráfego perdeu, com uma quebra de 41,4 por cento. Já pela A25 circularam neste período 2.152.906 veículos, menos 22,6 por cento face a 2011.

17 de janeiro de 2013

Município de Seia incentiva requalificação habitacional


O município de Seia vai dar continuidade ao programa “Seia Reviva” e conceder incentivos, mediante apresentação de candidatura, para a requalificação de habitações em estado de degradação, construídas antes de 1970, que se encontrem dentro dos perímetros urbanos no Plano Diretor Municipal.


As candidaturas podem ser formalizadas até ao dia 28 de março, pelos proprietários ou inquilinos dos imóveis em estado de degradação, que reúnam as condições estipuladas em regulamento próprio.
O programa “Seia Reviva”, promovido no âmbito do Gabinete de Habitação e Reabilitação Urbana do Município, tem por objetivo incentivar a conservação e requalificação do parque habitacional, intervindo ao nível da imagem urbana, designadamente na limpeza, reparação e pintura de fachadas de imóveis.

Seia constrói centro de operações de socorro no aeródromo


A Câmara de Seia está a investir 711 mil euros na construção de um Centro Municipal de Operações de Socorro (CMOS), no aeródromo municipal, para melhorar a operacionalidade dos agentes de proteção civil que utilizam aquela infraestrutura  .

A construção do edifício, iniciada no final de 2012, integra a primeira fase do Plano de Desenvolvimento do Aeródromo de Seia, que pretende melhorar as condições dos meios de emergência e socorro instalados no concelho e permitir a sua utilização pela aviação civil.

Segundo uma nota da autarquia presidida por Carlos Filipe Camelo, o imóvel do CMOS, que também servirá de base de operações de meios de socorro e emergência, terá uma zona destinada aos elementos da proteção civil, com gabinetes de trabalho, uma sala de comunicações, uma sala de reuniões, salas para pilotos e copilotos, camaratas femininas e masculinas e uma área técnica, entre outras.

A zona de apoio à aviação civil e ao funcionamento do aeródromo terá, entre outras áreas, uma sala de passageiros, salas de direção e movimento de operações, um espaço para arrecadação de bagagens, um restaurante/bar e um espaço para instalação de bombeiros que garantem a segurança no aeródromo.
A autarquia de Seia assinala que a concentração de todos os meios da proteção civil e de primeira intervenção no mesmo local, no futuro edifício do CMOS, “permitirá dar uma resposta mais rápida, articulada, coordenada e eficaz a todas as situações de emergência no concelho”.

Esclarece que o espaço ficará dotado de uma central comum de comunicações e com um sistema integrado de gestão de meios, “o que permitirá otimizar a gestão da informação, promovendo a eficácia dos serviços, racionalização de custos de operações, comunicação por meios eletrónicos e maior facilidade e celeridade na tomada de decisões operacionais e estratégicas das operações de proteção civil e socorro”.

A Câmara aponta que as obras em curso, comparticipadas em 85% por fundos comunitários, também irão permitir concretizar a certificação do aeródromo e abri-lo à aviação civil, “nomeadamente para voos de carreira, turísticos ou empresariais”.

Refere que aquela infraestrutura é a única pista de aviação existente no distrito da Guarda, daí que, após a conclusão do investimento, o concelho de Seia fique dotado “de uma estrutura única na região centro capaz de fazer a diferença para eventuais investidores ou turistas”.

O aeródromo de Seia, localizado na zona de Pinhanços, está certificado para utilização pelos meios aéreos da proteção civil e envolvidos no combate aos incêndios florestais.

14 de janeiro de 2013

III Maratona de BTT "Por Terras de Algodres, Trilhos da Pastorícia"


Realiza-se a 10 de fevereiro a III Maratona de BTT "Por Terras de Algodres, Trilhos da Pastorícia  com percursos de 70 ou 40 Km.

Uma iniciativa organizada pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres que pretende para além do convívio e promoção da prática salutar do Desporto, incentivar grupos para a animação das Terras de Algodres, sobretudo a camada jovem da população.
As inscrições são limitadas e inclui: Participação em um dos percursos; Seguro; Abastecimento; Lavagem de bicicletas; Banho; Almoço e uma Lembrança regional.


11 de janeiro de 2013

Feira Regional do Queijo Serra da Estrela em Fornos de Algodres


A Feira Regional do Queijo Serra da Estrela, reúne produtores dos Municípios de Fornos de Algodres, Gouveia e Seia, no âmbito da comunidade intermunicipal da Serra da Estrela e trata-se de um meio de  promoção o Queijo Serra da Estrela através de um certame que é uma imagem de marca da região.



A Feira Regional do Queijo Serra da Estrela pretende fomentar a notoriedade do Queijo Serra da Estrela, salvaguardar a sua preservação enquanto produto endógeno regional e valorizar e dinamizar a cadeira de valor do Queijo da Serra da Estrela e seus agentes diretos. Os municípios pretendem igualmente reforçar o incentivo e a valorização da certificação do Queijo Serra da Estrela e criar através das parcerias intermunicipais formas objetivas de promoção da região e da Serra da Estrela.

Os três municípios pretendem, através desta união de esforços, promover o potencial dos territórios aproveitando todos os seus recursos endógenos para promover um grande certame regional que ganhe afirmação nacional e internacional.

A Feira Regional do Queijo Serra da Estrela visa ainda promover a cultura e as tradições locais numa perspetiva de afirmação regional e de valorização da atratividade turística numa época de forte procura do destino turístico Serra da Estrela.


Este ano realiza-se mo município de Fornos de Algodres nos dias 9 e 10 de Fevereiro e terá provas de queijo, mostra do cão da Serra da Estrela, mostra de ovinos, artesanato, mostra de produtos Locais, animação de rua, recriações etnográficas entre outras iniciativas.

9 de janeiro de 2013

Agricultores regressam à tracção animal para poupar no combustível


O aumento do preço dos combustíveis está a obrigar alguns agricultores transmontanos a optarem pelo regresso à tracção animal, relataram alguns profissionais do sector.


“Todos sabemos que os combustíveis estão cada vez mais caros. Os burros, depois de ensinados, são um bom auxiliar para os trabalhos no campo, o que ajuda a poupar nos gastos com o gasóleo”, disse Artur Gomes, um agricultor do concelho de Miranda do Douro, com vários anos de actividade.

Animais como os burros desempenham várias tarefas na agricultura, como lavrar, puxar a carroça, transportar pessoas e ferramentas para os campos, entre outras utilidades, o que leva os seus proprietários a afirmarem que “cada vez mais compensa trabalhar com eles”, já que são “dóceis e de fácil maneio”.

“Tenho duas burras de raça mirandesa que estão habituadas aos trabalhos do campo. São animais que me ajudam nas tarefas da lavoura e isso reflecte-se em menor gastos na aquisição de combustível para o tractor”, acrescentou.

Também Iria Gomes, uma agricultora e proprietária de quatro burros de raça mirandesa, residente na pequena aldeia mirandesa de Paradela, garante que com os seus animais lavra a vinha, arranca as batatas e planta couves. Para além destas tarefas, os animais acabam por se revelar uma companhia diária.

“Por vezes, estes animais chegam aonde não vão os tractores e sempre fica mais barato que utilizar outros equipamentos motorizados que são mais caros”, frisou.

Por seu lado, Amâncio Fernandes, agricultor em Vimioso há mais de 30 anos, garante que adquiriu um cavalo para se deslocar às suas propriedades.

Estas foram algumas das ideias deixadas à margem da secular Feira de Gado Asinino, que hoje decorreu no Santuário da Senhora do Naso, situado na Póvoa (Miranda do Douro), um certame que juntou cerca de meia centena de proprietários de burros mirandeses, uma raça autóctone com o solar circunscrito à região do planalto mirandês.

Já o secretário técnico da Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino (AEPGA), Miguel Nóvoa, é da opinião que a utilização da tracção animal é útil e que os jovens agricultores deveriam reconhecer o valor dos animais nas tarefas agrícolas.

“Quem tiver um burro na sua exploração está salvaguardado de despesas acrescidas com máquinas agrícolas e combustíveis”, destacou o técnico.

Queijo Serra da Estrela: Produtores apostam na certificação para garantir qualidade ao consumidor


 A adesão de produtores de queijo Serra da Estrela ao processo de certificação que garante a qualidade do produto produzido naquela região demarcada está aumentar, visando a consolidação junto dos consumidores.

"Temos 21 produtores a produzir o queijo com certificação nos concelhos de Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Trancoso, Gouveia, Seia, Oliveira do Hospital, Nelas e Penalva do Castelo", disse à agência Lusa Célia Henriques, técnica da Estrelacoop - Cooperativa dos Produtores de Queijo da Serra da Estrela, com sede em Celorico da Beira.

Segundo a responsável, ultimamente "tem aumentado a adesão dos produtores à certificação" e, só no último ano, "aderiram quatro".

A técnica da entidade gestora do processo de certificação observou que o número de queijarias certificadas tem vindo a aumentar porque a qualidade do produto fica assegurada junto do consumidor.

"O certificado fica mais caro para quem produz e também para o consumidor, mas tenho sempre o escoamento garantido", disse o produtor Júlio Ambrósio, de Prados, Celorico da Beira.

A certificação tem mais encargos para o produtor, mas acaba por ser "uma segurança para o comprador, porque sabe o que compra", sublinhou.

Nem todos os produtores, porém, valorizam a certificação, por representar mais gastos.

"Neste momento não estou a certificar. Já certifiquei e poderei voltar a certificar. Deixei de o fazer porque temos custos acrescidos com a certificação e, depois, não é valorizado pelo mercado", justificou Élio Silva, de Seia.

Entretanto, apesar de haver menos rebanhos na região e de a produção leiteira ser menor, a feitura de queijo não diminuiu, porque o leite de ovelha está a ser canalizado para a produção artesanal, dado que as fábricas estão a optar por comprá-lo em Espanha.

"A produção de queijo Serra da Estrela tem sido à volta de 120 mil unidades por ano", adiantou Célia Henriques, da Estrelacoop.

Nos 18 concelhos que integram a região demarcada de produção existem cerca de 80 mil ovelhas das raças Serra da Estrela ou churra bordaleira, segundo dados da Associação Nacional de Criadores de Ovinos da Serra da Estrela (ANCOSE), que tem 3.500 associados.

Algumas das queijarias tradicionais, que estão a utilizar a denominação de origem "utilizam só o leite da sua exploração, mas outras já recorrem a leite dos vizinhos que deixaram de fazer queijo", indicou Rui Dinis, secretário executivo da ANCOSE.

O pastor Norberto Pereira, 29 anos, de Vila Ruiva, Fornos de Algodres, tem 88 ovelhas e sempre vendeu o leite para um produtor artesanal, justificando a opção por "não ter condições para fazer o queijo".

A região demarcada de produção do queijo Serra da Estrela integra os concelhos de Guarda, Fornos de Algodres, Celorico da Beira, Gouveia, Manteigas, Seia, Oliveira do Hospital, Penalva do Castelo, Mangualde, Covilhã, Carregal do Sal, Nelas, Trancoso, Aguiar da Beira, Arganil, Tábua, Tondela e Viseu.

Associação de Amigos da Serra da Estrela abre “guerra” à instalação de novos aerogeradores


A Associação Cultural Amigos da Serra da Estrela (ASE) vai promover diligências para que não sejam instalados novos parques eólicos naquela área protegida.


«Estamos já a promover diligências no sentido de alargarmos os apoios para sensibilizar a opinião pública e as instituições que processam a questão das eólicas para que nem mais um aerogerador seja montado na Serra da Estrela», refere o presidente da direção da ASE, no editorial da revista Zimbro, que a ASE agora publica online. O dirigente recorda que «os parques de produção de energia eólica já se encontram na Serra da Estrela em três zonas o que revela o grande interesse dos produtores e das autarquias pela maior montanha do país e a fragilidade das entidades oficiais do ambiente em o evitar». «Dezasseis aerogeradores no concelho de Celorico da Beira, dez na Serra da Alvoaça, sem contar com as da Serra do Açor e quinze nos limites de Famalicão da Serra com Gonçalo. Os presidentes das Câmaras têm vindo a público anunciar muitos mais… podendo a ASE constatar que praticamente todas as linhas de cumeada da Serra da Estrela têm torres para fazer medições do potencial de aproveitamento eólico», acrescenta.

No mesmo texto, José Maria Saraiva, aponta que a Serra da Estrela «mantém alguns dos problemas que temos denunciado desde sempre, tendo outros surgido a par da evolução da nossa sociedade». «Sem resolver a questão da estrada que rasga o Planalto Superior, a região não desenvolve o turismo nem salvaguarda o Património Natural da Serra. Já ficaríamos satisfeitos se as três autarquias - Covilhã, Manteigas e Seia, se sentassem para estudar a questão e mandassem elaborar um estudo independente para apurar as vantagens e desvantagens para a região com a estrada fechada e aberta entre a Nave de S. António e a Lagoa Comprida», refere. Uma outra questão que irá preocupar e «fazer redobrar a atenção» da ASE, «são as notícias sobre a liberalização da plantação de eucaliptos». «Independentemente do impacte que tal política vai provocar na biodiversidade e na redução da mancha da floresta autóctone, as consequências para um maior risco de incêndio e a ampliação da área ardida parece estar a escapar aos responsáveis por tamanha insensatez. É muito triste ter de dizer que a crise económica que o país atravessa nos está a dar tréguas para preparar melhor a acção para combater tais medidas, quando o que gostaríamos de ver era os cidadãos a viver melhor e a classe governante mais sensível para o património natural e a adoção das medidas mais adequadas, para assegurar um desenvolvimento mais sustentado para a sua preservação», escreve José Maria Saraiva, no editorial da Zimbro.

A revista da ASE Zimbro começou, «nos primórdios da associação por ser um policopiado em stencil, depois foi evoluindo para revista, com altos e baixos, com alterações na periodicidade e até na interrupção», lembra o dirigente. A publicação surgiu agora em formato digital e será publicada «sem obedecer a períodos fixos». «Surgirá quando as circunstâncias o justificarem e, a rede de colaboradores, for mais ampliada melhorando a diversidade de opinião», segundo o diretor.

8 de janeiro de 2013

Torneio InterAssociações Sub 20

Vai realizar-se, em Fornos de Algodres, nos dias 11 12 e 13 de Janeiro de 2013 o torneio InterAssociações Sub 20 da Associação de Futebol da Guarda. 

Grupo 1 
Data ........Hora....... Local Jogo
11-Jan 18:00 Fornos GUARDA X AVEIRO
12-Jan 10:00 Fornos AVEIRO X VISEU
16:30 Aguiar VISEU X GUARDA

Grupo 2
Data ..........Hora..... Local Jogo
11-Jan 18:00 Aguiar C BRANCO X V REAL
20:00 Aguiar PORTO X BRAGA
12-Jan 10:00 Aguiar V REAL X BRAGA
12:00 Aguiar PORTO X C BRANCO
16:30 Fornos BRAGA X C BRANCO
18:30 Fornos V REAL X PORTO

Grupo 3
Data.... Hora... Local Jogo
11-Jan 20:00 Fornos COIMBRA X V CASTELO
12-Jan 12:00 Fornos COIMBRA X BRAGANÇA
18:30 Aguiar V CASTELO X BRAGANÇA


13-jan
09:00 JOGOS DE APURAMENTO
3ºm3º X 4º G2 Fornos

domingo

10:00 1ºm3º X 2ºm3º Aguiar
11:00 1º G # X Melhor 2º Fornos
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5 de janeiro de 2013

Grande Rota do Zêzere, a pé, de bicicleta e canoa, abre no Verão


A Grande Rota do Zêzere, com troços para fazer a pé, de bicicleta e canoa, deverá estar sinalizada e ter serviços instalados a partir do próximo verão

A rota vai ligar a nascente, em Manteigas, no coração da Serra da Estrela, até à foz, em Constância.


Actualmente decorre a marcação e delimitação de caminhos em vários concelhos, tais como Pampilhosa, Figueiró dos Vinhos, Pedrogão Grande, Sertã e Oleiros.

"Até final do primeiro semestre, tudo faremos para que a rota esteja já disponível para que daí até final do ano haja outras condições de actuação sobre a mesma", com criação de actividades complementares, refere Rui Simão.

Ou seja, "até início do verão haverá novidades".

Cada qual vai poder escolher como percorrer as paisagens que rodeiam o Rio Zêzere, que vão desde a mais alta e extensa cadeia montanhosa de Portugal, passando pelos campos cultivados e aldeias típicas até chegar ao Rio Tejo.

A Grade Rota do Zêzere está desenhada para ser feita "a pé, de bicicleta ou de canoa, quando houver aproximação a albufeiras", explica Rui Simão: "Haverá estações intermodais onde será possível mudar de modo de deslocação".

O objectivo da rede de Aldeias do Xisto vai para além da marcação da rota.

A intenção é que "nela se possa ancorar um conjunto de serviços, actividades e atracões territoriais".

A Grande Rota do Zêzere está inserida na Estratégia de Eficiência Colectiva PROVERE das Aldeias do Xisto, como projecto-âncora e os promotores apresentam-na como o maior investimento numa iniciativa desta natureza em Portugal, ultrapassando um milhão de euros de orçamento.

O consórcio para implementação da rota foi estabelecido em 2010 por dez dos 14 municípios envolvidos: Figueiró dos Vinhos, Abrantes, Constância, Ferreira do Zêzere, Oleiros, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Sertã, Vila de Rei e Guarda.

Os restantes Municípios envolvidos são Covilhã, Fundão, Castanheira de Pêra e Manteigas.

Segundo Rui Simão, este é um dos projectos emblemáticos em curso, tendo em conta a preocupação de "dar mais consistência e qualidade aos serviços de que o território já dispõe".

Para o próximo ano está também previsto o lançamento de um novo portal na Internet e de uma aplicação da rede para dispositivos móveis.