11 de outubro de 2013
ASSOCIAÇÃO DEFENDE CRIAÇÃO DE OBSERVATÓRIO CIENTÍFICO NA SERRA DA ESTRELA
O dirigente José Maria Saraiva refere que a Serra da Estrela “possui uma vasta área que merece ser mais e melhor investigada, através de uma permanência mais prolongada dos investigadores”. “No Malhão da Estrela (Torre), existem alguns edifícios, públicos, alguns deles sem ocupação como é o caso de uma das torres dos antigos radares, que podia ser aproveitado para dar apoio à investigação”, defende o responsável. “Caberá às universidades mostrar esse interesse e procurar parcerias entre os vários estabelecimentos do Ensino Superior para diligenciar junto das entidades tutelares, definir critérios e partilhar custos? Terá de ser o Parque Natural da Serra da Estrela a fomentar essa partilha e a revelar o interesse pela investigação na sua área de intervenção? Procurarão os três municípios que limitam os seus territórios na Torre: Covilhã, Manteigas e Seia a tomar a iniciativa e considerar quão importante poderá ser para, a Serra e os seus concelhos a presença de professores e alunos para a credenciarem melhor como aos concelhos que administram?”, questiona José Maria Saraiva. Na opinião do dirigente da ASE “todos, em conjunto ou individualmente, poderão encetar esforços para tornar real o que pensamos ser relevante para o estudo da Serra da Estrela”. “Da parte da nossa Associação que tem feito tudo o que tem sido possível para apoiar os estudos na Serra, basta lembrar que a equipa, composta por uma dezena de professores e alunos, que observou primeiramente o endemismo Lacerda montícola, esteve alojada no abrigo da ASE, nos anos 80 e durante uma semana, graciosamente, está a fazer despoletar um interesse Ficamos, desde já, disponíveis para colaborar nesta matéria como em todas as que tenham a serra da Estrela como principal motivação e interesse”, refere José Maria Saraiva no Editorial da revista Zimbro.
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