17 de janeiro de 2013

Município de Seia incentiva requalificação habitacional


O município de Seia vai dar continuidade ao programa “Seia Reviva” e conceder incentivos, mediante apresentação de candidatura, para a requalificação de habitações em estado de degradação, construídas antes de 1970, que se encontrem dentro dos perímetros urbanos no Plano Diretor Municipal.


As candidaturas podem ser formalizadas até ao dia 28 de março, pelos proprietários ou inquilinos dos imóveis em estado de degradação, que reúnam as condições estipuladas em regulamento próprio.
O programa “Seia Reviva”, promovido no âmbito do Gabinete de Habitação e Reabilitação Urbana do Município, tem por objetivo incentivar a conservação e requalificação do parque habitacional, intervindo ao nível da imagem urbana, designadamente na limpeza, reparação e pintura de fachadas de imóveis.

Seia constrói centro de operações de socorro no aeródromo


A Câmara de Seia está a investir 711 mil euros na construção de um Centro Municipal de Operações de Socorro (CMOS), no aeródromo municipal, para melhorar a operacionalidade dos agentes de proteção civil que utilizam aquela infraestrutura  .

A construção do edifício, iniciada no final de 2012, integra a primeira fase do Plano de Desenvolvimento do Aeródromo de Seia, que pretende melhorar as condições dos meios de emergência e socorro instalados no concelho e permitir a sua utilização pela aviação civil.

Segundo uma nota da autarquia presidida por Carlos Filipe Camelo, o imóvel do CMOS, que também servirá de base de operações de meios de socorro e emergência, terá uma zona destinada aos elementos da proteção civil, com gabinetes de trabalho, uma sala de comunicações, uma sala de reuniões, salas para pilotos e copilotos, camaratas femininas e masculinas e uma área técnica, entre outras.

A zona de apoio à aviação civil e ao funcionamento do aeródromo terá, entre outras áreas, uma sala de passageiros, salas de direção e movimento de operações, um espaço para arrecadação de bagagens, um restaurante/bar e um espaço para instalação de bombeiros que garantem a segurança no aeródromo.
A autarquia de Seia assinala que a concentração de todos os meios da proteção civil e de primeira intervenção no mesmo local, no futuro edifício do CMOS, “permitirá dar uma resposta mais rápida, articulada, coordenada e eficaz a todas as situações de emergência no concelho”.

Esclarece que o espaço ficará dotado de uma central comum de comunicações e com um sistema integrado de gestão de meios, “o que permitirá otimizar a gestão da informação, promovendo a eficácia dos serviços, racionalização de custos de operações, comunicação por meios eletrónicos e maior facilidade e celeridade na tomada de decisões operacionais e estratégicas das operações de proteção civil e socorro”.

A Câmara aponta que as obras em curso, comparticipadas em 85% por fundos comunitários, também irão permitir concretizar a certificação do aeródromo e abri-lo à aviação civil, “nomeadamente para voos de carreira, turísticos ou empresariais”.

Refere que aquela infraestrutura é a única pista de aviação existente no distrito da Guarda, daí que, após a conclusão do investimento, o concelho de Seia fique dotado “de uma estrutura única na região centro capaz de fazer a diferença para eventuais investidores ou turistas”.

O aeródromo de Seia, localizado na zona de Pinhanços, está certificado para utilização pelos meios aéreos da proteção civil e envolvidos no combate aos incêndios florestais.

14 de janeiro de 2013

III Maratona de BTT "Por Terras de Algodres, Trilhos da Pastorícia"


Realiza-se a 10 de fevereiro a III Maratona de BTT "Por Terras de Algodres, Trilhos da Pastorícia  com percursos de 70 ou 40 Km.

Uma iniciativa organizada pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fornos de Algodres que pretende para além do convívio e promoção da prática salutar do Desporto, incentivar grupos para a animação das Terras de Algodres, sobretudo a camada jovem da população.
As inscrições são limitadas e inclui: Participação em um dos percursos; Seguro; Abastecimento; Lavagem de bicicletas; Banho; Almoço e uma Lembrança regional.


11 de janeiro de 2013

Feira Regional do Queijo Serra da Estrela em Fornos de Algodres


A Feira Regional do Queijo Serra da Estrela, reúne produtores dos Municípios de Fornos de Algodres, Gouveia e Seia, no âmbito da comunidade intermunicipal da Serra da Estrela e trata-se de um meio de  promoção o Queijo Serra da Estrela através de um certame que é uma imagem de marca da região.



A Feira Regional do Queijo Serra da Estrela pretende fomentar a notoriedade do Queijo Serra da Estrela, salvaguardar a sua preservação enquanto produto endógeno regional e valorizar e dinamizar a cadeira de valor do Queijo da Serra da Estrela e seus agentes diretos. Os municípios pretendem igualmente reforçar o incentivo e a valorização da certificação do Queijo Serra da Estrela e criar através das parcerias intermunicipais formas objetivas de promoção da região e da Serra da Estrela.

Os três municípios pretendem, através desta união de esforços, promover o potencial dos territórios aproveitando todos os seus recursos endógenos para promover um grande certame regional que ganhe afirmação nacional e internacional.

A Feira Regional do Queijo Serra da Estrela visa ainda promover a cultura e as tradições locais numa perspetiva de afirmação regional e de valorização da atratividade turística numa época de forte procura do destino turístico Serra da Estrela.


Este ano realiza-se mo município de Fornos de Algodres nos dias 9 e 10 de Fevereiro e terá provas de queijo, mostra do cão da Serra da Estrela, mostra de ovinos, artesanato, mostra de produtos Locais, animação de rua, recriações etnográficas entre outras iniciativas.

9 de janeiro de 2013

Agricultores regressam à tracção animal para poupar no combustível


O aumento do preço dos combustíveis está a obrigar alguns agricultores transmontanos a optarem pelo regresso à tracção animal, relataram alguns profissionais do sector.


“Todos sabemos que os combustíveis estão cada vez mais caros. Os burros, depois de ensinados, são um bom auxiliar para os trabalhos no campo, o que ajuda a poupar nos gastos com o gasóleo”, disse Artur Gomes, um agricultor do concelho de Miranda do Douro, com vários anos de actividade.

Animais como os burros desempenham várias tarefas na agricultura, como lavrar, puxar a carroça, transportar pessoas e ferramentas para os campos, entre outras utilidades, o que leva os seus proprietários a afirmarem que “cada vez mais compensa trabalhar com eles”, já que são “dóceis e de fácil maneio”.

“Tenho duas burras de raça mirandesa que estão habituadas aos trabalhos do campo. São animais que me ajudam nas tarefas da lavoura e isso reflecte-se em menor gastos na aquisição de combustível para o tractor”, acrescentou.

Também Iria Gomes, uma agricultora e proprietária de quatro burros de raça mirandesa, residente na pequena aldeia mirandesa de Paradela, garante que com os seus animais lavra a vinha, arranca as batatas e planta couves. Para além destas tarefas, os animais acabam por se revelar uma companhia diária.

“Por vezes, estes animais chegam aonde não vão os tractores e sempre fica mais barato que utilizar outros equipamentos motorizados que são mais caros”, frisou.

Por seu lado, Amâncio Fernandes, agricultor em Vimioso há mais de 30 anos, garante que adquiriu um cavalo para se deslocar às suas propriedades.

Estas foram algumas das ideias deixadas à margem da secular Feira de Gado Asinino, que hoje decorreu no Santuário da Senhora do Naso, situado na Póvoa (Miranda do Douro), um certame que juntou cerca de meia centena de proprietários de burros mirandeses, uma raça autóctone com o solar circunscrito à região do planalto mirandês.

Já o secretário técnico da Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino (AEPGA), Miguel Nóvoa, é da opinião que a utilização da tracção animal é útil e que os jovens agricultores deveriam reconhecer o valor dos animais nas tarefas agrícolas.

“Quem tiver um burro na sua exploração está salvaguardado de despesas acrescidas com máquinas agrícolas e combustíveis”, destacou o técnico.

Queijo Serra da Estrela: Produtores apostam na certificação para garantir qualidade ao consumidor


 A adesão de produtores de queijo Serra da Estrela ao processo de certificação que garante a qualidade do produto produzido naquela região demarcada está aumentar, visando a consolidação junto dos consumidores.

"Temos 21 produtores a produzir o queijo com certificação nos concelhos de Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Trancoso, Gouveia, Seia, Oliveira do Hospital, Nelas e Penalva do Castelo", disse à agência Lusa Célia Henriques, técnica da Estrelacoop - Cooperativa dos Produtores de Queijo da Serra da Estrela, com sede em Celorico da Beira.

Segundo a responsável, ultimamente "tem aumentado a adesão dos produtores à certificação" e, só no último ano, "aderiram quatro".

A técnica da entidade gestora do processo de certificação observou que o número de queijarias certificadas tem vindo a aumentar porque a qualidade do produto fica assegurada junto do consumidor.

"O certificado fica mais caro para quem produz e também para o consumidor, mas tenho sempre o escoamento garantido", disse o produtor Júlio Ambrósio, de Prados, Celorico da Beira.

A certificação tem mais encargos para o produtor, mas acaba por ser "uma segurança para o comprador, porque sabe o que compra", sublinhou.

Nem todos os produtores, porém, valorizam a certificação, por representar mais gastos.

"Neste momento não estou a certificar. Já certifiquei e poderei voltar a certificar. Deixei de o fazer porque temos custos acrescidos com a certificação e, depois, não é valorizado pelo mercado", justificou Élio Silva, de Seia.

Entretanto, apesar de haver menos rebanhos na região e de a produção leiteira ser menor, a feitura de queijo não diminuiu, porque o leite de ovelha está a ser canalizado para a produção artesanal, dado que as fábricas estão a optar por comprá-lo em Espanha.

"A produção de queijo Serra da Estrela tem sido à volta de 120 mil unidades por ano", adiantou Célia Henriques, da Estrelacoop.

Nos 18 concelhos que integram a região demarcada de produção existem cerca de 80 mil ovelhas das raças Serra da Estrela ou churra bordaleira, segundo dados da Associação Nacional de Criadores de Ovinos da Serra da Estrela (ANCOSE), que tem 3.500 associados.

Algumas das queijarias tradicionais, que estão a utilizar a denominação de origem "utilizam só o leite da sua exploração, mas outras já recorrem a leite dos vizinhos que deixaram de fazer queijo", indicou Rui Dinis, secretário executivo da ANCOSE.

O pastor Norberto Pereira, 29 anos, de Vila Ruiva, Fornos de Algodres, tem 88 ovelhas e sempre vendeu o leite para um produtor artesanal, justificando a opção por "não ter condições para fazer o queijo".

A região demarcada de produção do queijo Serra da Estrela integra os concelhos de Guarda, Fornos de Algodres, Celorico da Beira, Gouveia, Manteigas, Seia, Oliveira do Hospital, Penalva do Castelo, Mangualde, Covilhã, Carregal do Sal, Nelas, Trancoso, Aguiar da Beira, Arganil, Tábua, Tondela e Viseu.

Associação de Amigos da Serra da Estrela abre “guerra” à instalação de novos aerogeradores


A Associação Cultural Amigos da Serra da Estrela (ASE) vai promover diligências para que não sejam instalados novos parques eólicos naquela área protegida.


«Estamos já a promover diligências no sentido de alargarmos os apoios para sensibilizar a opinião pública e as instituições que processam a questão das eólicas para que nem mais um aerogerador seja montado na Serra da Estrela», refere o presidente da direção da ASE, no editorial da revista Zimbro, que a ASE agora publica online. O dirigente recorda que «os parques de produção de energia eólica já se encontram na Serra da Estrela em três zonas o que revela o grande interesse dos produtores e das autarquias pela maior montanha do país e a fragilidade das entidades oficiais do ambiente em o evitar». «Dezasseis aerogeradores no concelho de Celorico da Beira, dez na Serra da Alvoaça, sem contar com as da Serra do Açor e quinze nos limites de Famalicão da Serra com Gonçalo. Os presidentes das Câmaras têm vindo a público anunciar muitos mais… podendo a ASE constatar que praticamente todas as linhas de cumeada da Serra da Estrela têm torres para fazer medições do potencial de aproveitamento eólico», acrescenta.

No mesmo texto, José Maria Saraiva, aponta que a Serra da Estrela «mantém alguns dos problemas que temos denunciado desde sempre, tendo outros surgido a par da evolução da nossa sociedade». «Sem resolver a questão da estrada que rasga o Planalto Superior, a região não desenvolve o turismo nem salvaguarda o Património Natural da Serra. Já ficaríamos satisfeitos se as três autarquias - Covilhã, Manteigas e Seia, se sentassem para estudar a questão e mandassem elaborar um estudo independente para apurar as vantagens e desvantagens para a região com a estrada fechada e aberta entre a Nave de S. António e a Lagoa Comprida», refere. Uma outra questão que irá preocupar e «fazer redobrar a atenção» da ASE, «são as notícias sobre a liberalização da plantação de eucaliptos». «Independentemente do impacte que tal política vai provocar na biodiversidade e na redução da mancha da floresta autóctone, as consequências para um maior risco de incêndio e a ampliação da área ardida parece estar a escapar aos responsáveis por tamanha insensatez. É muito triste ter de dizer que a crise económica que o país atravessa nos está a dar tréguas para preparar melhor a acção para combater tais medidas, quando o que gostaríamos de ver era os cidadãos a viver melhor e a classe governante mais sensível para o património natural e a adoção das medidas mais adequadas, para assegurar um desenvolvimento mais sustentado para a sua preservação», escreve José Maria Saraiva, no editorial da Zimbro.

A revista da ASE Zimbro começou, «nos primórdios da associação por ser um policopiado em stencil, depois foi evoluindo para revista, com altos e baixos, com alterações na periodicidade e até na interrupção», lembra o dirigente. A publicação surgiu agora em formato digital e será publicada «sem obedecer a períodos fixos». «Surgirá quando as circunstâncias o justificarem e, a rede de colaboradores, for mais ampliada melhorando a diversidade de opinião», segundo o diretor.

8 de janeiro de 2013

Torneio InterAssociações Sub 20

Vai realizar-se, em Fornos de Algodres, nos dias 11 12 e 13 de Janeiro de 2013 o torneio InterAssociações Sub 20 da Associação de Futebol da Guarda. 

Grupo 1 
Data ........Hora....... Local Jogo
11-Jan 18:00 Fornos GUARDA X AVEIRO
12-Jan 10:00 Fornos AVEIRO X VISEU
16:30 Aguiar VISEU X GUARDA

Grupo 2
Data ..........Hora..... Local Jogo
11-Jan 18:00 Aguiar C BRANCO X V REAL
20:00 Aguiar PORTO X BRAGA
12-Jan 10:00 Aguiar V REAL X BRAGA
12:00 Aguiar PORTO X C BRANCO
16:30 Fornos BRAGA X C BRANCO
18:30 Fornos V REAL X PORTO

Grupo 3
Data.... Hora... Local Jogo
11-Jan 20:00 Fornos COIMBRA X V CASTELO
12-Jan 12:00 Fornos COIMBRA X BRAGANÇA
18:30 Aguiar V CASTELO X BRAGANÇA


13-jan
09:00 JOGOS DE APURAMENTO
3ºm3º X 4º G2 Fornos

domingo

10:00 1ºm3º X 2ºm3º Aguiar
11:00 1º G # X Melhor 2º Fornos
12:00 2ºm2º X 3ºm2º Aguiar
13:00 1ºG # X 1º G # Fornos



5 de janeiro de 2013

Grande Rota do Zêzere, a pé, de bicicleta e canoa, abre no Verão


A Grande Rota do Zêzere, com troços para fazer a pé, de bicicleta e canoa, deverá estar sinalizada e ter serviços instalados a partir do próximo verão

A rota vai ligar a nascente, em Manteigas, no coração da Serra da Estrela, até à foz, em Constância.


Actualmente decorre a marcação e delimitação de caminhos em vários concelhos, tais como Pampilhosa, Figueiró dos Vinhos, Pedrogão Grande, Sertã e Oleiros.

"Até final do primeiro semestre, tudo faremos para que a rota esteja já disponível para que daí até final do ano haja outras condições de actuação sobre a mesma", com criação de actividades complementares, refere Rui Simão.

Ou seja, "até início do verão haverá novidades".

Cada qual vai poder escolher como percorrer as paisagens que rodeiam o Rio Zêzere, que vão desde a mais alta e extensa cadeia montanhosa de Portugal, passando pelos campos cultivados e aldeias típicas até chegar ao Rio Tejo.

A Grade Rota do Zêzere está desenhada para ser feita "a pé, de bicicleta ou de canoa, quando houver aproximação a albufeiras", explica Rui Simão: "Haverá estações intermodais onde será possível mudar de modo de deslocação".

O objectivo da rede de Aldeias do Xisto vai para além da marcação da rota.

A intenção é que "nela se possa ancorar um conjunto de serviços, actividades e atracões territoriais".

A Grande Rota do Zêzere está inserida na Estratégia de Eficiência Colectiva PROVERE das Aldeias do Xisto, como projecto-âncora e os promotores apresentam-na como o maior investimento numa iniciativa desta natureza em Portugal, ultrapassando um milhão de euros de orçamento.

O consórcio para implementação da rota foi estabelecido em 2010 por dez dos 14 municípios envolvidos: Figueiró dos Vinhos, Abrantes, Constância, Ferreira do Zêzere, Oleiros, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Sertã, Vila de Rei e Guarda.

Os restantes Municípios envolvidos são Covilhã, Fundão, Castanheira de Pêra e Manteigas.

Segundo Rui Simão, este é um dos projectos emblemáticos em curso, tendo em conta a preocupação de "dar mais consistência e qualidade aos serviços de que o território já dispõe".

Para o próximo ano está também previsto o lançamento de um novo portal na Internet e de uma aplicação da rede para dispositivos móveis.

Beira Interior perdeu 294 empresas nos últimos três anos


Em 2012, em Castelo Branco 78 empresas declararam insolvência, na Guarda 54 fecharam portas












Nos últimos três anos, os distritos de Castelo Branco e Guarda perderam 294 empresas, 132 das quais em 2012. Os dados publicados no site do Instituto de Informação Comercial (WWW.iic.pt), que compila as insolvências publicitadas em Diário da Republica e no portal do Citius (Ministério da Justiça), e mostram a evolução relativa às falências de empresas durante os últimos três anos.

Analisando o mapa nacional relativamente ao ano de 2012 verifica-se que a região não é a que tem um maior numero de perdas. A lista é encabeçada pelo Porto com 1470 pedidos, seguindo-se de Lisboa com 1329 pedidos e Braga com 805. Todavia, tendo em conta o tecido empresarial da região, nomeadamente dos distritos de Castelo Branco a perda é muito mais significativa e preocupante, até porque, além das repercussões na economia local também se sente ( e muito) nas casas de cada um que perdeu o emprego. Por exemplo a CIdesa que encerrou portas recentemente, foram quase 30 pessoas a ficarem sem o respectivo posto de trabalho.

Este é apenas um dos casos que se contabilizaram em 2012 no distrito de Castelo Branco. No total foi declarada a insolvência de 78 empresas. Já a Guarda no ano passado fecharam 54 empresas, ou seja, entre os dois distritos fecharam mais 34 do que em 2011 e mais 68 empresas que em 2010, ano em que nos dois distritos fecharam 64 empresas.

De forma mais detalhada verifica-se que em Castelo Branco no ano de 2012 fecharam 78 empresas, enquanto em 2011 o número de insolvências se tinha fixado nas 67. Recuando mais um ano, percebe-se que a curva ascendente é cada vez mais acentuada, ou seja, o distrito há três anos tinha perdido 44 empresas. 
Olhando para o distrito da Guarda, o s números também não permitem grande optimismo. Perdeu menos empresas, mas por lá o tecido empresarial está ainda mais estagnado. Assim durante 2012, foram declaradas 54 insolvências, no total são mais 23 empresas que as que tinham fechado em 2011, ano em que no distrito encerraram 31 empresas. Em 2010, o numero tinha sido ainda mais reduzido, fixando-se nas 20 empresas, enquanto que em Castelo Branco fecharam 189 empresas: 294 no total dos três anos nos dois distritos.

O Instituto Informador Comercial também disponibiliza os dados relativamente aos sectores de actividade de cada uma das empresas insolventes, não o fazendo, todavia, em termos regionaos. Assim, sabemos que em Portugal o comércio a retalho foi o sector onde se verificou um maior numero de insolvências: 863 empresas.
A área imobiliária também perdeu muitas empresas que optavam no setor com 851 insolvencias declaradas. Na lista segue-se o comércio por grosso com 799 e a restauração e similares com 351 insolvências. na àrea da industria e vestuário fecharam 291 empresas...